terça-feira, 8 de dezembro de 2009

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Fast e Junk Food


Idec divulga pesquisa sobre brindes em redes de fast food 27/10/2009
A tática é velha, mas ainda é bastante rentável para cadeias como McDonald’s, Bob’s, Burger King, Giraffas e Habib’s. Com o objetivo de atrair crianças, todas têm como principal estratégia promoções que conjugam lanches e brinquedos. É o que aponta pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumido (Idec), divulgada em 16 de outubro. Coordenado pela Consumers International (CI), o estudo analisou a comunicação mercadológica e a composição nutricional de promoções de redes de fast food voltadas às crianças. As duas principais conclusões foram que, de fato, os lanches com brindes exercem forte influência no consumo infantil e que, além de excesso de açúcar e gordura, os combos carregam no sódio. O Mc Lanche Feliz, por exemplo, tem 254% da dose diária recomendada e o Tri Kids, do Bob’s, 386%.“Diante destes fatos, é imprescindível que se regulamente a comunicação mercadológica dirigida ao público infantil no Brasil, especialmente quando o produto anunciado for alimentício. Não se pode mais permitir que as crianças brasileiras sejam expostas a esse tipo de apelo”, diz Isabella Henriques, coordenadora geral do Projeto Criança e Consumo. Ela lembra que, segundo o Ministério da Saúde, 30% das crianças brasileiras já estão com sobrepeso e 15%, obesas. Além do apoio do IDEC para realizar a pesquisa no Brasil, a Consumers International contou com a colaboração de entidades de defesa do consumidor em mais 13 países (Argentina, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, Fiji, Holanda, Índia, Itália, Malásia, Peru, Reino Unido, República Tcheca e Cingapura). O estudo foi apresentado durante a mesa-redonda “Mudanças nos hábitos de consumo de alimentos e saúde”, organizada pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (Nepa) da Unicamp e pelo Idec. Isabella Henriques participou das discussões ao lado de Lisa Gunn e Vera Barral, respectivamente, coordenadora executiva e técnica da área de testes e pesquisas do Idec; Márcio Schusterschitz da Silva Araújo, procurador da República; Renata de Araújo Ferreira, especialista em regulação da Anvisa; e Flávia Mori Sarti Machado, professora de gestão de políticas públicas da USP.Consumers International - Junk Food Generation Campaign

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Senhor Dodói em nova temporada!


Semana passada fomos novamente assistir ao Senhor Dodói, eles estão cada vez melhor. Minhas filhas que já conhecem todos personagens e relembram vez ou outra algumas falas, levaram dessa vez os primos que também adoraram. Se você quer dar ótimas risadas, está dada a dica. Se não melhorarem os sintomas, procure um besteirologista.


Vencedor dos prêmios APCA (melhor direção musical – Fernando Escrich) e Coca-Cola FEMSA (melhor roteiro adaptado – Angelo Brandini), o espetáculo infantil “Senhor Dodói”, dos Doutores da Alegria, estreia dia 3 de outubro, às 16h, no Sesc Avenida Paulista.
Sinopse – Dodói, certo de estar terrivelmente doente, se submete aos cuidados e desmandos do Doutor Ganâncius. Ardiloso e interesseiro, Ganâncius não hesita em prescrever muito extrato de gambá e pílulas de jiló com letra bem garranchuda para 'curar' seu doente predileto.
Quando percebe que poderia economizar consideravelmente em honorários médicos se tivesse um médico na família, Dodói decide casar sua filha Angélica com o sobrinho de Ganâncius, o quase doutor' Tapadus, apesar da bela jovem estar apaixonada por Amado.
Ficha técnicaTexto e direção: Ângelo BrandiniDireção musical: Fernando EscrichElenco: Thais Ferrara (Senhor Dodói), Raul Figueiredo (Doutor Ganâncius), Nereu Afonso da Silva (Quase Doutor Tapadus), Claudia Zucheratto (Angélica), Sueli Andrade (Giselda), Roberta Calza (Amado) e Sandro Fontes (Jovêncius).Duração: 60 minutosClassificação etária: indicado para crianças a partir de quatro anos
ServiçoLocal: Sesc Avenida Paulista Endereço: Avenida Paulista, 119 / Estação Brigadeiro do Metrô. São Paulo (SP)Telefone: (11) 3179-3700Ingresso: R$ 12,00 [inteira], R$ 6,00 [usuário matriculado no Sesc e dependentes, maiores de 60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante] e R$ 3,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes].Bilheteria: De terça a sexta das 9h às 22h e sábados, domingos e feriados das 10h às 19h (ingressos à venda em todas as unidades do SESC). Horário: Sábados, domingos e feriados, às 16hAcesso para deficientes físicos
Estacionamento conveniado com o SescHome ParkEndereço: Rua Leôncio de Carvalho, 98Valor: Período de 4 (quatro) horas : R$ 5,00Aberto 24 horas

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Dia mundial sem carro


E o congestionamento chegou ao céu de São Paulo
por Carolina Juliano no UOL
Em meados de 2004, Roberto Yugi, de 38 anos, levava a metade do tempo do que leva hoje para ir de Carapicuíba, na Grande São Paulo, até o Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. A implantação de novas vias, mudanças de mãos de direção e alterações na legislação de tráfego acrescentaram desvios em seu caminho, que além de mais lento ficou também mais comprido.
Nada disso seria novidade não fosse o fato de Roberto Yugi ser piloto. E de seu meio de transporte ser um helicóptero. Quando digita em seu palmtop - munido de um software moderníssimo de navegação - as coordenadas do Helipark, em Carapicuíba, e de Congonhas, o aparelho revela uma triste realidade: o trânsito chegou aos céus de São Paulo. "Em linha reta e com o céu livre, levaria seis minutos de vôo, mas desde 2004, com a implantação do espaço aéreo controlado para helicópteros, das rotas obrigatórias de vôo e, principalmente, ao aumento da frota, levamos cerca de 12 minutos. Ou seja, o dobro."Para quem amarga horas e mais horas no trânsito de São Paulo, reclamar por gastar 12 minutos para percorrer uma distância de aproximadamente 19 quilômetros soa como um mero capricho. Mas para empresários que investem reais e mais reais para sustentar suas aeronaves e pilotos significa prejuízo. "Para essa gente que gasta milhares com um helicóptero exatamente para não perder tempo no trânsito, levar o dobro de tempo no ar está longe de ser um capricho", diz Yugi, que é piloto de um empresário e voa há 11 anos.Já há alguns anos que o helicóptero vem sendo procurado pelos mais abonados como uma alternativa para driblar o trânsito na maior cidade do Brasil, onde se concentram as maiores e mais importantes transações financeiras do país. O Estado de São Paulo tem hoje uma frota estimada em 470 helicópteros e só na capital há 420 aeronaves registradas. Há, na capital paulista, 260 helipontos e pelo menos seis grandes heliportos. Até 2010, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estima que a cidade ganhe mais 80 aeronaves, o que significa um crescimento de 17% da frota.
O aumento quase exponencial do número de aeronaves fez com que São Paulo se tornasse a única cidade do planeta Terra que possui um controlador de vôos de helicópteros. O Serviço de Controle de Tráfego Aéreo para Helicópteros foi criado pelo o SRPV-SP (Serviço Regional de Proteção ao Vôo de São Paulo), órgão ligado à Aeronáutica, em 2004, e mantém permanentemente um controlador de vôos exclusivo para monitorar helicópteros na torre do Aeroporto de Congonhas. "Não só a frota cresceu, mas também o número de edifícios com helipontos na região da rampa de aterrissagem dos aviões", explica o consultor da Aeronáutica Carlos Heredia. "A falta de planejamento dos empreendimentos imobiliários trouxe para perto de Congonhas um risco muito grande e fomos obrigados a controlar isso. "O SRPV criou, então, uma área que abrange o centro expandido da capital - aproximadamente 10 quilômetros de diâmetro - e, dentro da qual, toda aeronave precisa se identificar ao entrar e seguir as coordenadas passadas pelo controlador da torre de Congonhas. Além disso, foram criadas mãos de direção no espaço aéreo, que os pilotos têm que respeitar. "Nem sempre os pilotos respeitam as coordenadas", diz o controlador Cláudio Vieira Lopes, que há 3 anos trabalha na função. "Quando eles nos chamam para informar a sua localização e pedir autorização para cruzar o quadrante central - que é bem a rampa de descida dos aviões -, olhamos no satélite e eles às vezes já avançaram mais do que deveriam. Mas, no geral, tem funcionado bem. "Em 2003, antes da implantação do controle do tráfego de helicópteros, o SRPV registrou 79 situações de risco envolvendo helicópteros e aviões que pousam em Congonhas. Em 2007, esse número caiu para apenas três, e até março de 2008 foi registrado só um incidente. "A orientação dos helicópteros é muito visual, entre eles é possível se orientar assim, mas um avião não tem contato visual e voa a uma velocidade muito maior, o que poderia causar uma série de acidentes", explica Heredia.Lopes diz que chegam a voar cerca de 20 helicópteros simultaneamente somente ali, na área controlada. "Mas limitamos a seis porque mais do que isso é impossível controlar ao mesmo tempo. Quando o piloto ingressa na área e dá a sua localização, muitas vezes temos que mandá-lo aguardar para cruzar um ou outro quadrante o que, certamente, atrasa um pouco alguns vôos.""Claro que há casos de proprietários de helicópteros que autorizam seus pilotos a cruzar o espaço aéreo à revelia das orientações do controle de vôo, e casos de pilotos que fazem isso porque disso depende o emprego deles", diz o piloto Roberto Yugi. "O bom senso do piloto pesa nessas horas e nos últimos anos temos que conviver cada vez mais com esse tipo de situação porque o tráfego de helicópteros realmente aumentou. Há congestionamento no céu de São Paulo. "Em número de aeronaves, São Paulo ainda está atrás da frota de Nova York. Mas lá, a maior parte dos helicópteros é de propriedade de provedores de serviços. Em São Paulo, o crescimento registrado é de helicópteros de propriedade de indivíduos.A possibilidade de poder pagar menos para dispor dos serviços de um helicóptero contribuiu para que o céu de São Paulo ficasse engarrafado. No ano 2000, São Paulo passou a dispor de programas de propriedade compartilhada de helicópteros. Por meio de empresas como a Helisolutions, o cliente compra uma fração que corresponde a 10% de uma aeronave e tem direito a dez horas de vôos por mês. O proprietário tem ainda que pagar mensalmente uma despesa fixa correspondente a hangaragem, seguro, tripulação, documentação e administração do seu helicóptero. Mas a vantagem deste sistema, além de ser mais barato do que comprar uma aeronave, é que o cliente não precisa se preocupar com a manutenção do aparelho. Para usar o helicóptero, basta que ele telefone para uma central de logística e informe horário e local onde deseja ser apanhado pelo piloto.Somente a Helisolutions tem cerca de 200 clientes que utilizam o transporte de helicóptero principalmente para se locomover dentro da cidade de São Paulo. Em um levantamento interno realizado pelo departamento de relações públicas da empresa com os clientes, quase todos apontaram o trânsito de São Paulo como um dos principais fatores para terem recorrido ao programa de propriedade compartilhada. Ainda que seja mais em conta comprar uma cota em vez de uma aeronave, o negócio está ainda longe de ser acessível. Para se ter uma idéia, para adquirir uma cota de um Robinson com capacidade para três passageiros e um piloto (a menor das aeronaves disponibilizadas pela Helisolutions) o interessado terá que desembolsar US$ 62.960,00 de cara e depois mais R$ 4.515,00 por mês, que podem ser acrescidos de uma taxa variável de R$ 643,76. A utilização de um helicóptero maior e mais potente, como os da família Esquilo, custa bem mais do que isso. O cliente paga US$ 298.750,00 pela cota e depois uma taxa mensal fixa de R$ 10.445,00, com taxa variável que pode chegar a R$ 1.481,75. Segundo dados da Abraphe (Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero), o número de aeronaves no Brasil e em São Paulo só vem crescendo nos últimos 10 anos e a tendência é continuar a crescer. Em, 1996, havia 547 helicópteros registrados no Brasil. Em 2007, este número quase que dobrou e já há 1043. "É visível o congestionamento", diz Roberto Yugi. "E até por isso é indispensável que os pilotos se atualizem sempre, com as novas tecnologias das aeronaves. Hoje é imprescindível, por exemplo, que voemos com o transponder ligado para detectar outros helicópteros por perto.""Sabemos que a tendência é piorar, assim como o trânsito da capital, e por isso o espaço controlado está em permanente adaptação", diz Carlos Heredia. "Além da preocupação que devemos ter com os aviões, também nos preocupamos com a população, que sofre com o barulho dos helicópteros. Por um lado, é preciso que os helicópteros voem mais baixo para não entrarem na rota dos aviões, mas por outro não podemos descer muito porque fazem barulho. "Este problema já provocou, inclusive, a alteração em uma das rotas de vôo da capital, que passava sobre o bairro da Lapa. Ela foi deslocada para desviar de uma área estritamente residencial. A Prefeitura de São Paulo também já se preocupa com o congestionamento nos céus de São Paulo. No ano passado, o poder municipal divulgou que dos cerca de 260 helipontos que a cidade possui, só tinha o conhecimento da existência de 80. Ou seja, 170 estariam, pelas regras do município, clandestinos.Para tentar resolver o caso, a Prefeitura decidiu elaborar algumas normas para o funcionamento dos helipontos que devem ser divulgadas em julho. "Como vê, o congestionamento causado pelos helicópteros é um problema complexo e ainda de difícil solução", diz Heredia.
Depois dessas informações SãoPaulo deve iniciar um novo movimento muito em breve, o Dia sem Helicóptero.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Saúde é básico

Interessante como temos tecnologia para produzirmos melancias quadradas (como estas aqui em baixo), com a justificativa de que são mais fáceis de serem armazenadas, mas por outro lado não temos nem sequer água tratada e esgoto em algumas partes do planeta, veja a seguir os dados divulgados do Pnad (Pesquisa Nacional po Amostra de Domicílio, do IBGE).
Brasileiros ainda enfrentam doenças por falta de água e rede de esgoto deficitária.
Se a maior parte dos brasileiros tem acesso a água encanada e coleta de esgoto em casa, moradores de 9,2 milhões de residências ainda dependem de poços, nascentes, carros-pipa ou da chuva para beber, cozinhar e tomar banho. Já cerca de 2,2 milhões de casas não contam com nenhum tipo de escoamento para o esgoto. Segundo dados da Pnad, a rede de abastecimento de água cresceu 0,7% entre 2007 e 2008, atendendo cerca de 1,8 milhão de casas a mais no período. A rede cresceu mais no Nordeste, onde hoje 78% das residências têm água. A rede é menor no Norte, onde só 58,3% das casas têm água encanada, de acordo com dados da pesquisa. É na região que se encontram os três Estados com as redes mais precárias: Rondônia, Pará e Acre - que atendem 42,3%, 49,1% e 56,8% das casas, respectivamente. "O problema da falta de água ou da intermitência no fornecimento é que ela leva a população a procurar alternativas que podem não ter os mesmos parâmetros de potabilidade da rede oficial", explica Wanderley Paganini, professor doutor do departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP. "Água potável é a diferença entre a vida e a morte".Paganini afirma que, no Brasil, 60% das internações de crianças de zero a 10 anos são causadas pela falta de água potável ou de esgotamento sanitário. Os jovens chegam aos hospitais com diarréia, disenteria, vermes, tifo e hepatite. Se a combinação de chuva, esgoto e ratos estiver presente, há o risco grande de contrair leptospirose.
Os números da coleta de esgoto são mais desanimadores. O IBGE chama de "outro" o esgotamento que não trata os dejetos, lançando-os para fossas rudimentares, valas, rios, lagos ou para o mar. Enquanto o Distrito Federal trata 96,8% do esgoto residencial, o Tocantins trata somente 32,1%. Ainda é mais que o Mato Grosso do Sul, onde somente 24% do esgoto é tratado. O Estado tem o pior índice de coleta de esgoto no país, muito abaixo do número modesto do vizinho Mato Grosso, onde a rede coletora atende 53,4% das residências.A rede de esgoto no Mato Grosso do Sul está divida entre a Sanesul, empresa que cuida das áreas urbanas do Estado, o Incra e a Funasa, que dividem o trabalho na parte rural. Na capital Campo Grande, o sistema de saneamento é privatizado e a empresa responsável pelos serviços de abastecimento e esgoto é a Águas Guariroba. De acordo com a assessoria de imprensa da Sanesul, a empresa trata hoje 15% do esgoto das áreas urbanas, número que deve pular para 35% em 2010, quando está prevista a entrega das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) nas cidades Corumbá, Dourados, Ponta Porá e Três Lagoas.Enquanto as obras não ficam prontas, a cidade de Corumbá, conhecida como a porta de entrada do Pantanal, tem somente 4% do esgoto tratado. Segundo a Sanesul, as principais dificuldades para aumentar a rede de esgoto na cidade são o terreno rochoso, que encarece as obras de instalação do encanamento, e o grande número de ligações clandestinas que despejam os dejetos das casas diretamente nas galerias pluviais - que seguem para o rio Paraguai. O contraponto no Mato Grosso do Sul é a turística cidade de Bonito, onde 100% do esgoto é tratado, afirma a empresa.A disparidade de saneamento entre as unidades da federação é tão grande que, ao contrário do Mato Grosso do Sul, o volume de esgoto residencial coletado e tratado no Estado de São Paulo chega a 94,2%. No Distrito Federal, o índice é ainda maior: 96,8%.
Não é só água sem tratamento e esgoto a céu aberto que causa doenças. A má disposição do lixo também pode causar problemas de saúde. O acúmulo de resíduos sólidos junta ratos, baratas e moscas, que são vetores de bactérias.Segundo o IBGE, a coleta de lixo cresceu 0,6 ponto porcentual de 2007 para 2008 e hoje atende a mais de 50 milhões de domicílios. Dados da Pnad mostram que as regiões Nordeste e Sudeste deram as maiores contribuições em números absolutos, com 641 mil e 690 mil casas, respectivamente, passando a fazer parte da rede de coleta de lixo.Em porcentagem, o Sudeste lidera na coleta dos resíduos domiciliares: 95,3% é recolhido, contra 4,7% que são queimados ou enterrados em propriedades, jogados em terreno baldio, nas ruas, rios, lagos ou mesmo no mar. A pior situação está no Nordeste, onde 24,6% - quase um quarto de todo o lixo produzido - não tem destino correto. A evolução dos serviços de coleta é essencial. Mas o problema do lixo não acaba no caminhão, mas sim nos aterros sanitários."O lixo tem que ser encarado de três maneiras: uma é forma como ele é separado e embalado dentro de casa. Outra é a coleta pelo poder público. Mas o mais importante é para onde vai esse lixo e como vai ser disposto na natureza", diz Wanderley Paganini, da Faculdade de Saúde Pública da USP."A disposição correta dos sacos de lixo protege a população das doenças. E a disposição protege o meio ambiente", completa o professor.
Embora os números mostrem uma melhora, fica claro que temos que trabalhar bastante para atingirmos o mínimo de saúde para todo mundo.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Usain Bolt, diversão e saúde




Já dise por aqui há tempos atrás, que no esporte de alto nível tinha pouco espaço para saúde, ontem porém, tivemos mais um exemplo que dá para se divertir e até sorrir antes e depois da prova considerada a mais nobre do atletismo, e o mais interessante é que ele está contagiando outros atletas, já é possível observar alguns sorrisos e mandingas onde antes só se viam carrancas em nome da concentração.
"Eu me divirto antes da corrida, mas depois eu me concentro", diz Bolt.
Em Berlim (Alemanha) o jamaicano Usain Bolt estabeleceu neste domingo o novo recorde mundial dos 100 m rasos ao registrar o tempo de 9s58 na final do Campeonato Mundial de atletismo, em Berlim. Esta foi a terceira vez seguida que ele superou a melhor marca do planeta, feito inédito desde que a Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) adotou a casa dos centésimos de segundo para aferição dos tempos.
Os adversários renderam-se à força do jamaicano, que preferiu deixar em dúvida o quanto é o seu limite na prova. “Tudo é possível”, disse Bolt, sobre uma previsão de nova marca.
Afinal de contas brincar, se divertir, é saudável demais.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Fortalecer a saúde e não previnir esta ou aquela gripe

Sei que dias atrás postei um artigo sobre a tal da gripe, mas acabo de receber da Rosa, uma amiga psicóloga que trabalha comigo no Instituto Paulo de Tarso, este e-mail de alguém que finalmente está olhando para a saúde. Não quis alterar nenhuma vírgula sequer para manter a fidelidade da mensagem.

O melhor que vc pode fazer é reforçar o seu sistema imunológico
através de uma alimentação correta e saudável, no sentido de manipular
sua imunidade, preparando suas células brancas do sangue (neutrófilos)
e os linfócitos (células T) as células B e células matadoras naturais.
Essas células B produzem anticorpos importantes que correm para
destruir os invasores estranhos, como vírus, bactérias e células de
tumores.
As células T controlam inúmeras atividades imunólogicas e produzem
duas substâncias químicas chamadas Interferon e Interleucina,
essenciais ao combate de infecções e de tumores.
Bem vamos ao que interessa, ou seja quais alimentos são importantes
(estimulam a ação do sistema imunológico e potencializam seu
funcionamento).
Antes de mais nada, tome pelo menos um litro e meio de água por dia,
pois os vírus vivem melhor em ambientes secos e manter suas vias
aéreas úmidas desestimulam os vírus. Não a tome gelada, sempre
preferindo água natural e de preferência água mineral de boa
qualidade.
Não tome leite, principalmente se estiver resfriado ou com sinusite,
pois produz muito muco e dificulta a cura.
Use e abuse do Iogurte natural, um excelente alimento do sistema imunológico.
Coloque bastante cebola na sua alimentação.
Use e abuse do alho que é excelente para o seu sistema imunológico.
Coloque na sua alimentação alimentos ricos em caroteno (cenoura,
damasco seco, beterraba, batata doce cozida, espinafre cru, couve) e
alimentos ricos em zinco (fígado de boi e semente de abóbora).
Faça uma dieta vegetariana (vegetais e frutas).
Coloque na sua alimentação salmão, bacalhau e sardinha, excelentes
para o seu sistema imunológico.
O cogumelo Shiitake também é um excelente anti-viral, assim como o chá
de gengibre que destrói o vírus da gripe..
Evite ao máximo alimentos ricos em gordura (deprimem o sistema
imunológico), tais como carnes vermelhas e derivados.
Evite óleo de milho, de girassol ou de soja que são óleos vegetais
poli-insaturados.
Importante: mantenha suas mãos sempre bem limpas e use fio dental para
limpar os dentes, antes da escovação.
Com esses cuidados acima e essa alimentação... os vírus nem chegarão
perto de vc.

Abraços
6 de maio de 2009
(uma pequena contribuição para vc enfrentar essa e qualquer gripe que
porventura apareça no seu caminho). Se achar útil por favor repasse
aos seus amigos...

Prof. Dr. Odair Alfredo Gomes
Laboratório Morfofuncional
Faculdade de Medicina - Unaerp
Fone: 36036744 ou 36036795

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Aumenta o período de aleitamento materno

Comecei a me interessar por aleitamento materno na faculdade, mais exatamente no ano de 1997 e quanta coisa mudou de lá pra cá. Na época a média nacional de Aleitamento Materno Exclusivo, das Capitais e Distrito Federal, era de apenas 24 dias. Vejam os números levantados pelo Ministério da Saúde e divulgados ontem.




Tempo médio de aleitamento materno
aumenta de 296 para 342 dias em nove anos.

Pesquisa do Ministério da Saúde mostra também que, de 1999 a 2008, período de amamentação exclusiva com leite da mãe também cresceu um mês.
Levantamento do Ministério da Saúde - feito em todas as capitais e Distrito Federal e em outros 239 municípios e que somou informações de aproximadamente 118 mil crianças – mostra que o tempo médio do período de Aleitamento Materno (AM) no país aumentou um mês e meio: passou de 296 dias, em 1999, para 342 dias, em 2008, nas capitais e Distrito Federal. O estudo também revelou um aumento do índice de Aleitamento Materno Exclusivo (AME) em crianças menores de quatro meses.
Em 1999, era de 35%, passando para 52% em 2008. Outro resultado importante está relacionado com o aumento, em média, de um mês na duração do Aleitamento Materno Exclusivo (AME) nas capitais e Distrito Federal. Em 1999, a duração do AME era de 24 dias e, em 2008, passou a ser de 54 dias – ou seja, mais que dobrou.
Esses e outros dados estão na II Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e DF (PPAM), divulgada nesta segunda-feira (dia 3) durante a Semana Mundial de Amamentação. Entende-se por Aleitamento Materno (AM): a criança recebe leite materno e quaisquer outros líquidos ou alimentos e por Aleitamento Materno Exclusivo (AME) a criança recebe somente leite materno, sem quaisquer outros líquidos ou alimentos, exceto medicamentos.
Na década de 1970, as taxas de mortalidade foram altas no país, muito em função do pequeno período de aleitamento materno – 2,5 meses em média. Entretanto, nos últimos anos, a conscientização dos profissionais e as estratégias de governo têm mudado esse cenário. Essa melhora pode ser atribuída a inúmeros fatores, dentre eles: às campanhas governamentais de incentivo ao aleitamento materno nos três níveis (federal, estadual e municipal); à promoção de cursos (aconselhamento e de manejo clínico da amamentação, entre outros); a uma melhor preparação dos profissionais de saúde; ao crescimento na implantação de bancos de leite humano; às campanhas com a Semana Mundial da Amamentação e ao Dia Nacional de Doação de Leite Humano que contribuem para a mobilização social,à Norma de Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso - o Método Canguru; à Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL) transformada na lei nacional 11.265 em 2006; e à Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC).
“O Brasil é um dos poucos países onde há uma política nacional de aleitamento materno coordenada no nível federal. E também onde as normas de controle de comercialização dos ditos ‘substitutos do leite materno’ é exemplo para outras nações”, explica Elsa Giugliani, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, do Ministério da Saúde. Tudo isso impacta diretamente em uma maior conscientização da população.
A IHAC, idealizada pela OMS e Unicef para promover, proteger e apoiar a amamentação, foi incorporada pelo MS em 1992 e, desde então, com o apoio das secretarias estaduais e municipais, tem capacitado profissionais, realizado avaliações, reavaliações e estimulado a rede hospitalar para o credenciamento dos hospitais, que se tornam referência em amamentação para seu município, região e estado.

BOM DESEMPENHO -Belém é a capital com o maior índice de aleitamento materno exclusivo em crianças menores de 6 meses; Macapá apresenta a maior duração de aleitamento materno; Campo Grande é quem mais avançou nos índices de aleitamento materno exclusivo; e São Luis, por sua vez, tem os melhores dados de aleitamento materno na primeira hora de vida. Essas capitais serão homenageadas por seus indicadores positivos e receberão um diploma por seu desempenho.
“A ideia é que esses dados forneçam subsídios para o planejamento e avaliação da Política Nacional de Aleitamento Materno em todas as esferas de gestão. Além disso, poderá orientar ações de grupos e organizações não-governamentais que atuam na promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno”, explica Lilian Córdova do Espírito Santo, assessora para Assuntos Relacionados ao Aleitamento Materno, da Área Técnica de Saúde da Criança.
Quando alguém vier com aquela conversinha de que é assim mesmo, isso não muda nunca, desde sempre foi desse jeito, não se deixe levar, com muito trabalho e empenho podemos quebrar alguns paradigmas e no que diz respeito ao aleitamento materno demos passos largos na direção correta. Ainda temos bastante trabalho, mas creio que é hora de celebrar!!!

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Como enfrentar a gripe A (H1N1)



Nesta semana a Secretaria Estadual de Educação, orientada pela Secretaria Estadual de Saúde, adiou o retorno das férias de inverno na rede estadual de ensino, para o dia 17 de Agosto em função da gripe suína, ou nova gripe, ou ainda A (H1N1). O sindicato das escolas particulares também acatou a orientação e fez a mesma recomendação. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a gripe suína é causada pelo vírus influenza A (H1N1) que não havia circulado antes entre seres humanos. Não há informações de pessoas que foram infectadas pelo vírus ao ter contato com porcos ou outros animais, e não se sabe qual a localidade de origem do vírus.
O influenza A da gripe suína já se espalhou por todas as regiões do mundo, atingindo principalmente a América do Norte. Os Estados Unidos concentram o maior número de casos e de mortes, seguido pelo México, considerado o epicentro da doença.
No dia 11 de junho, a OMS anunciou que a doença atingiu o nível de pandemia (epidemia generalizada). O termo tem relação apenas com a ampla distribuição geográfica do vírus, e não com a sua periculosidade.
Mais uma vez creio que o assunto é a doença, a atitude preventiva também tem um olhar voltado à patologia, minha pergunta é, onde está a saúde ? Enquanto não tomarmos atitudes salutogenéticas continuaremos reféns dessa mídia que divulga aquilo que lhe interessa, faremos a alegria dos fabricantes de álcool em gel e dos vendedores de máscara da 25 de Março.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Em 2009 pense Gandhi



Pois é, mais essa no meu currículo, a tão sonhada São Silvestre. Quem já passou por aqui, vai se lembrar do meu chororô em Abril do ano passado falando da prova de 2007 que eu mais caminhei que corri, mas isso é passado agora a tão sonhada faz parte das minhas vivências, este ano vou trabalhar duro nos treinos, fazer algumas provas mais longas como a meia maratona e para 2010; pode esperar respeitável MARATONA, a sua hora vai chegar.
Vou começar o ano seguindo a dica de um amigo que ganhei no final de 2008, quando eu voltava da Av. Paulista pós São Silvestre no caminho para São Roque onde passei o Reveilon, recebi um SMS com esta mensagem: "em 2009 pense Gandhi, seja você a transformação que você quer para o mundo".
Confesso que quando li a mensagem achei que poderia ser um erro de digitação, pense grande talvez, mas vindo desse meu amigo realmente significava seguir as orientações de Gandhi e fazer acontecer, não vamos esperar que algo ou alguém mude, vamos nós mesmos arregaçar as mangas e trabalhar por essas mudanças que tanto queremos.
Que todos nós tenhamos um grande ano, repleto de realizações e muita saúde.