quarta-feira, 14 de dezembro de 2011





O DENTE À IMAGEM DO HOMEM

Célia Regina Lulo Galitesi

Promover a compreensão das interações do âmbito bucal com as demais partes do organismo, bem como com outras instâncias da natureza humana, é o objetivo deste livro de Célia Regina Lulo Galitesi, cirurgiã-dentista e docente dos conteúdos teóricopráticos resultantes de sua linha de trabalho e pesquisa. Lançando um olhar abrangente sobre o significado e o sentido da dentição humana, a autora compartilha inestimáveis conteúdos sobre o desenvolvimento do ser humano, com suas relações e reflexos nas arcadas dentárias e nos dentes em geral. Por meio de uma linguagem didática, este tema envolvente se torna acessível tanto a profissionais da área quanto a pais, educadores e todos os demais interessados na área.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Pedagogia Waldorf no Vale do Silício



Matéria publicada em 29 de Outubro - Folha de São Paulo,

No Vale do Silício, uma escola sem tecnologia, com agulha de tricô
MATT RICHTEL do NEW YORK TIMES,

EM LOS ALTOS, CALIFÓRNIA
O vice-presidente de tecnologia do eBay matriculou seus filhos em uma pequena escola de Los Altos. O mesmo fizeram funcionários de gigantes do Vale do Silício como Google, Apple, Yahoo! e Hewlett-Packard.Mas as principais ferramentas de ensino da escola nada têm de tecnológico: caneta e papel, agulhas de tricô e, ocasionalmente, argila. Nenhum computador à vista. Nenhuma tela.Nos EUA, as escolas correm para equipar suas salas de aula com computadores, e muitas autoridades da educação consideram insensato fazer o contrário. Mas há um ponto de vista oposto no epicentro da economia tecnológica, onde alguns pais e educadores difundem a mensagem de que computadores e ensino não são boa mistura. Falo da Waldorf School of the Peninsula, uma das 160 da rede que opera nos EUA sob uma filosofia de ensino centrada na atividade física e aprendizado por meio de tarefas práticas e criativas. Os defensores dessa abordagem dizem que os computadores inibem o pensamento criativo, a interação humana e a concentração. O método Waldorf tem quase um século, mas a posição que estabeleceu aqui no quartel-general da economia digital coloca em destaque um debate cada vez mais intenso sobre o papel dos computadores na educação."Rejeito frontalmente o conceito de que é preciso assistência tecnológica para ensinar no primeiro grau", disse Alan Eagle, 50, cujos filhos estudam no primeiro grau Waldorf. "A ideia de que um aplicativo no iPad seja capaz de ensinar meus filhos a ler ou fazer contas é ridícula. "Eagle formou-se em ciência da computação pelo Dartmouth College e trabalha no departamento de comunicação executiva do Google, onde escreveu palestras para o presidente do conselho do grupo, Eric Schmidt. Ele usa um celular inteligente e um iPad. Mas sua filha, que começa a quinta série, "não sabe como usar o Google", e seu filho começa a aprender. (A escola permite os aparelhos a partir da oitava série.)Três quartos dos alunos da escola têm pais conectados ao setor de tecnologia. Eagle, como os demais pais, não vê contradição nisso. A tecnologia tem hora e lugar, diz."Se fosse da Miramax e produzisse bons filmes, mas só para maiores, não quereria que meus filhos os vissem ainda na adolescência."Em uma terça-feira recente, Andie Eagle e seus colegas de quinta série estavam relembrando algumas técnicas de tricô; as agulhas de madeira se cruzavam por sobre os novelos. A escola afirma que a atividade ajuda a desenvolver capacidade de solução de problemas, reconhecimento de padrões, conhecimentos matemáticos e coordenação motora. O objetivo neste período é fazer meias. Adiante, uma professora ensinava multiplicação à terceira série e pediu que imaginassem que seus corpos se transformaram em relâmpagos. Ela perguntou quanto é cinco vezes quatro e as crianças responderam "20", estalando os dedos na direção da resposta na lousa. Uma sala repleta de calculadoras em forma humana.
Tradução de PAULO MIGLIACCI


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

São MICAEL

“Ó Micael, celeste herói, daí-nos força e coragem!
Aos nossos corações! Aos nossos corações!”



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Geração Despreparada

Merecimento

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada.


Eliane Brum Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo). E-mail: elianebrum@uol..com.br Twitter: @brumelianebrum Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor. Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade. Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece porque obviamente não acontece sentem-se traídos, revoltam-se com a injustiça e boa parte se emburra e desiste. Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes. Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam felizes. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade. É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores.. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais? Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que fulano é esforçado é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país. Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do eu mereço. Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer. A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão. Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude. Quando o que não pode ser dito vira sintoma já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa. Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem e aos pais caberia garantir esse direito que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir. Aos filhos cabe fingir felicidade e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando. O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa. Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande. Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: Olha, meu dia foi difícil ou Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso ou Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito. Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo ou para descobri-lo , seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência. Crescer é compreender que o fato de a vida ser falha não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

O Conar tá de brincadeira ?






Direto do Blog do Criança e Consumo - Consumismo e Infância



“Vale a fantasia de trocarmos o nome Instituto por outro mais característico – a bruxa Alana, que odeia criancinhas”.



Essa frase resume a falta de seriedade e de compromisso do Conar com a ética e com a sociedade brasileira. Ela consta no parecer do conselheiro Enio Basílio Rodrigues sobre denúncia que o Projeto Criança e Consumo fez à entidade contra uma campanha do McDonald’s durante o trailer da animação infantil “Rio”. A representação enviada ao Conar teve como base argumentos jurídicos, científicos e políticos para questionar a publicidade do McLanche Feliz com brindes do filme “Rio”, que falava diretamente com crianças menores de 12 anos. Ainda mostrava como a empresa feria seu próprio código de ética e o acordo de autorregulamentação firmado junto à Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) e à ABA (Associação Brasileiras dos Anunciantes), em 2010. Segundo esse acordo, o McDonald’s não poderia anunciar nada, nenhum tipo de produto, para crianças menores de seis anos. Acontece que o filme “Rio” tinha classificação indicativa livre, e milhares de meninos e meninas pequenos foram impactados pela campanha. Vale lembrar que a tal publicidade chamava mais atenção dos brinquedos com personagens do filme do que do produto em si, induzindo a criança a querer o McLanche para ter os brindes. A venda de alimentos com brinquedos vem sendo criticada em todo o mundo – e definitivamente não é uma bandeira só do Instituto Alana. No Brasil, o Ministério Público Federal instaurou inquérito em 2009 para investigar essa prática em três cadeias de fast food. A Assembleia de Belo Horizontre acabou de aprovar um projeto de lei que proíbe venda de lanches com brindes para crianças. Fora as várias proposições que tramitam no Congresso Nacional sobre essa questão. Mas o conselheiro do Conar se limitou a dizer: “Da mesma forma que Suécia e Dinamarca tem por base evitar que suas crianças de olhos azuis fiquem gordinhas, o Brasil tem por base acabar com a desnutrição dos nossos meninos moreninhos”. E o que o Conar tem a dizer a respeito do dado do Ministério da Saúde de que 30% de nossas crianças estão com sobrepeso e 15% já estão obesas? O parecer de apenas duas páginas tem distorções e ofensas que jamais foram vistas em cinco anos de atuação do Projeto Criança e Consumo. E vale ressaltar: mesmo com tantos absurdos, o Conselho do Conar votou por u-na-ni-mi-da-de a favor do parecer. Por isso, pela total falta de respeito com que esse caso foi julgado, não reconhecemos mais o Conar como uma entidade séria e legítima para garantir a ética na publicidade brasileira. Entendemos que uma autorregulamentação como essa de fato não protegerá a infância brasileira dos abusos comerciais. É preciso uma legislação específica que proteja nossas crianças desses abusos. De novo: essa não é somente uma preocupação do Alana, mas também de 76% dos pais brasileiros que afirmaram em pesquisa do Datafolha que a publicidade de fast food prejudica seus esforços na educação alimentar de seus filhos.
Denúncia enviada ao CONAR






Lida a denúncia do Instituto Alana e o parecer do Conar, se for brincadeira é de extremo mau gosto, fica claro que o trabalho realizado pelo Criança e Consumo é árduo e precisa do apoio de todos nós interessados.

terça-feira, 21 de junho de 2011

De onde menos se espera, é que não vem nada mesmo

FOLHA DE S.PAULO - ilustrada
São Paulo, sábado, 18 de junho de 2011
DRAUZIO VARELLA

A ignorância e o corpo
Tive que escutar um discurso
interminável sobre a superioridade
da medicina natural

EM MATÉRIA de corpo humano, a ignorância brasileira é crassa. Nosso currículo escolar devia dedicar mais tempo e atenção à anatomia e à fisiologia, para que as crianças se formassem com conhecimentos mínimos sobre o funcionamento do organismo.Não admitimos que nossos filhos estudem em colégio que não lhes ensine informática. Fazemos questão que se familiarizem com os computadores, sem os quais serão atropelados pela concorrência do futuro, mas aceitamos que ignorem a organização básica da estrutura da qual dependerão para respirar até o dia da morte.Houvesse mais interesse em despertar no aluno a curiosidade de decifrar como funciona essa máquina maravilhosa, que a evolução fez chegar até nós depois de 3,5 bilhões de anos de competição e seleção natural, desde pequenos trataríamos o corpo com mais respeito e sabedoria e não daríamos ouvidos a teorias estapafúrdias, a superstições, ao obscurantismo e à pseudociência que faz a alegria dos charlatães.Entendo que uma pessoa simples e sem instrução diga que fica gripada quando apanha friagem, que engorda por causa da tireoide ou que se queixe: "Sou agitada porque tenho sistema nervoso". O que não consigo compreender é como gente que cursou as melhores faculdades e tem acesso irrestrito à informação de qualidade consegue conformar-se com tanta ignorância em relação ao corpo que a acompanhará pela vida inteira. Gente que diz "eu não faço febre", que ao falar do baço aponta para o lado direito do abdômen, e que convive durante meses com sintomas de doenças graves, sem notar que existe algo errado. Semanas atrás encontrei uma amiga, professora universitária, chocada com o médico que lhe havia receitado um analgésico para aliviar a dor de cabeça que a atacava no período pré-menstrual. "Também, o que se poderia esperar de um cidadão que confessou não saber em que século aconteceu a Revolução Francesa", acrescentou com desdém.Por outro lado, estava encantada pelo naturalista que, em vez de contentar-se em tirar-lhe a dor, como faria qualquer alopata obtuso, propunha tratar a causa da cefaleia com pílulas que corrigiriam o equilíbrio energético do órgão em quem os brasileiros jogam a culpa de todos os achaques: o coitado do fígado.Como os anos me ensinaram a não questionar pensamentos mágicos nem crenças religiosas, juro que ouvi o relato com uma expressão facial tão impassível quanto se me houvessem contado que naquele momento garoava em São Petersburgo. A prudência foi de pouca valia, no entanto; tive que escutar um discurso interminável sobre a superioridade da assim chamada medicina natural e do valor nutritivo dos alimentos orgânicos.Depois de tudo, o epílogo: "Pena que você não acredita nessas coisas". Acreditar? A medicina é um ramo da biologia, ciência que se propõe a estudar os seres vivos e as leis que os regem, não é domínio da crença; não é religião. Invejo os homens que consertam o carro que dirigem. Quebrou na estrada, eles pegam as ferramentas, abrem o capô e reparam o defeito. Para resolver uma emergência dessas é necessário conhecer mecânica, entender como as peças foram engendradas e saber repará-las. Nessa hora, quem acreditaria em medidas alternativas para ativar a energia vital do motor com gotinhas pingadas no tanque de gasolina de duas em duas horas? Alguém faria o carro andar apenas com a força do pensamento positivo? O organismo humano é a estrutura mais complexa que conhecemos -alguns o consideram mais complexo do que o próprio Universo. Estudar os mecanismos responsáveis pela circulação e oxigenação do sangue, pela digestão dos nutrientes, ter uma ideia de como ocorrem as principais reações metabólicas e aprender que nosso corpo é uma máquina que se aperfeiçoa com o movimento é a melhor forma de evitar que ele nos deixe no meio da estrada. Num mundo cada vez mais dominado pela tecnologia, o ensino de ciências deve começar na pré-escola. Aprendendo desde cedo, as crianças incorporarão o pensamento científico à rotina de suas vidas e descobrirão belezas e mistérios inacessíveis aos que desconhecem os princípios segundo os quais a natureza se organizou.

Lamento tanto desconhecimento e tamanho preconceito por parte do Dr. e acho que precisamos de muito mais arte permeando as tais ciências e o pensamento científico, ou jamais descobriremos as belezas e mistérios inacessíveis citados acima.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Quer pagar quanto????????





NOTA DE ESCLARECIMENTO





OFERECIMENTO DE PLANOS ODONTOLÓGICOS NAS LOJAS "CASAS BAHIA"
O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo, Autarquia Federal responsável pela supervisão da ética profissional, por zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente, considerando o anúncio realizado nas lojas "Casas Bahia", oferecendo assistência odontológica – SEGURO MAPFRE AP ODONTO, divulgando valores, prêmios, benefícios, vantagens, gratuidades, tabela comparativa de valor médio de mercado pelo valor praticado pelo plano odontológico, vinculado à SORRISO OPERADORA ODONTOLÓGICA LTDA., ESCLARECE à classe odontológica:
O Art. 24, incisos III e VIII do Código de Ética Odontológica prevê como infração ética, respectivamente: "executar e anunciar trabalho gratuito ou com desconto com finalidade de aliciamento" e "oferecer serviços profissionais como prêmio (...)". Ainda, o Art. 34, incisos I e VII, do mesmo dispositivo legal, dispõe, como infração ética, respectivamente: "anunciar preços, serviços gratuitos, modalidades de pagamento, ou outras formas de comercialização que signifiquem competição desleal" e "aliciar pacientes, praticando ou permitindo a oferta de serviços através de informação ou anúncio falso, irregular, ilícito ou imoral com o intuito de atrair clientela, ou outros atos que caracterizem concorrência desleal ou aviltamen to da profissão".
Assim sendo, o CROSP esclarece que, por força da Lei 4.324/64, o Código de Ética também deve ser seguido, obrigatoriamente, pelas operadoras, seguradoras, intermediadoras, administradoras de planos de saúde entre outras entidades que exerçam a Odontologia, ainda que de forma indireta, além dos profissionais da odontologia e clínicas odontológicas, razão pela qual as medidas ético-disciplinares estão sendo adotadas em face dos inscritos envolvidos, desde 24/02/2011, quando tomamos conhecimento dos fatos, visando coibir tal conduta, que desprestigia e desvaloriza a profissão, gerando prejuízos à harmonia profissional e ao conceito da Odontologia perante a sociedade, situação que repudiamos como órg&atild e;o fiscalizador e zelador da ética.
Salientamos que, de acordo com o Art. 10, §1º do Código de Processo Ético Odontológico, disponível no site do CROSP e do CFO, na hipótese de denúncia ou representação formal, para que o denunciante atue em eventual processo ético, é obrigatório constar: assinatura e qualificação do denunciante, exposição do fato em suas circunstâncias e demais elementos que possam ser necessários na avaliação da conduta. Os casos de denúncias encaminhadas por email, são acolhidos pelo CROSP, que assume o pólo ativo na ação ética como parte denunciante "de ofício", considerando obrigação legal prevista na Lei 4324/64. Esclarecemos que na presente situação, a exemplo do que adotamos de rotina em situações dessa natureza, o profissi onal denunciante foi comunicado a respeito das medidas adotadas.
O CROSP conta com o apoio de todos na fiscalização da ética e defesa da Odontologia, sendo que denúncias poderão ser encaminhadas para o email http://mail.uol.com.br/compose?to=fiscalizacao@crosp.org.br ou encaminhadas diretamente à nossa Sede, pelos CORREIOS, para Avenida Paulista, 688 – térreo – CEP 01310-909 – São Paulo, SP, conforme acima descrito.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Piada de mau gosto








13/04 às 15h33 - Atualizada em 13/04 às 15h53
No Dia do Beijo, a Sorridents alerta sobre os riscos da transmissão da cárie

No dia 13 de abril é comemorado o Dia do Beijo. É difícil saber, ao certo, o que motivou a criação da data comemorativa, mas diz a história - verdadeira ou não - que o italiano Enrique Porchelo beijava todas as mulheres que encontrava na vila em que vivia,
casadas ou não. Em 13 de abril de 1882, o padre local teria oferecido um prêmio em moedas de ouro às mulheres que não haviam sido beijadas pelo "Don Juan". Conta a lenda que nenhuma apareceu e que o tesouro está escondido em algum lugar da Itália até hoje.
Mas além de se preocupar em dar e receber beijos é preciso atentar para a saúde. Uma pesquisa americana comprova: cárie pode ser transmitida de
pessoa para pessoa. Ao contrário do que se pensava até agora, a cárie também pode ser transmitida entre indivíduos. Desta forma, é possível ter cáries quando a mãe prova a comida do bebê ou no beijo de um casal. Isso ocorre porque o agente causador da cárie é uma bactéria que se alimenta dos restos de comida alojados entre os dentes.
Para evitar o problema que atinge a maioria dos brasileiros, a presidente da Sorridents, Carla Renata Sarni alerta que manter uma boa
saúde bucal evita a proliferação das cáries. Assim, a escolha de uma boa escova de dentes e o uso correto e constante do fio dental podem amenizar o problema.





segunda-feira, 21 de março de 2011

Massagem rítmica atua contra doenças



Com movimentos suaves de sucção, a técnica imita o pulsar do coração e combate problemas circulatórios, respiratórios e digestivos.
Desenvolvida a partir da massagem clássica, a massagem rítmica nasceu no início do século 20. Porém, diferente das demais técnicas, baseia-se no conhecimento global do ser humano e as interações entre os sistemas neuro-sensorial (cabeça), rítmico (tronco) e metabólico-motor (abdômen e membros).
"São dois os pontos centrais da massagem rítmica: a revitalização e harmonização do corpo", diz Márcia Marques, massagista responsável pela formação em massagem rítmica no Brasil.
Os movimentos são bem suaves, com toques de sucção e não de pressão. “A mão pulsa como um coração sobre a pele, estimulando todo sistema rítmico, o que promove a saúde em todo o organismo", completa a especialista.
Embora seja prazerosa, seu objetivo não é o relaxamento. Segundo a pneumologista e alergologista Elaine Marasca, vice-presidente da Associação Brasileira de Medicina Antroposófica (ABMA), a massagem rítmica é potente auxiliar no tratamento de diversas patologias.
“Trata-se de um método curativo, indicado para harmonizar os sistemas do organismo. Pode ser especialmente efetiva em distúrbios circulatórios (hipertensão ou hipotensão), respiratórios (como asma), digestivos (como intestino preso), neurológicos (como esclerose múltipla) e psicológicos (como estresse). Também se beneficiam pacientes com depressão, insônia, enxaqueca, obesidade, deficiências imunológicas”, diz a médica.
É indicada para pessoas de todas as idades. A restrição é feita somente em casos de febre ou processos infecciosos e inflamatórios, pois os movimentos na pele podem estimulá-los.
Os movimentos
Na massagem rítmica, a mão do terapeuta executa toques circulares e de sucção fazendo fluir os líquidos, oxigenando e aquecendo todo o organismo.
“Ritmos como a mudança de estações do ano, acordar e adormecer, inspirar e expirar, são representados por meio dos ritmos de ligar e soltar dos toques", explica a terapeuta Márcia Marques. O resultado é bem-estar geral. “Principalmente porque atua onde havia energia estagnada”, completa a médica Elaine Marasca.

A massagista Márcia Marques, especialista em massagem rítmica, realiza manobras circulares pelas costas da paciente
Na aplicação da massagem rítmica também são empregados óleos e pomadas. "Dependendo do diagnóstico do paciente é utilizado determinado tipo de produto. O óleo essencial de lavanda, por exemplo, acalma e relaxa, já o de alecrim é mais estimulante. As pomadas derivadas de combinações com metais – cada metal corresponde a um órgão do nosso corpo segundo a medicina antroposófica – para fricções em determinados órgãos também são usadas dependendo da necessidade ", diz Márcia. Para um tratamento médico, são indicadas 10 sessões, de uma hora cada, realizadas duas vezes por semana. “Tudo segue um ritmo e deve ter começo, meio e fim”, argumenta a médica Elaine. Mas diante de um problema pontual – como uma dor aguda–, duas ou três sessões podem ajudar. “ A sensação de bem-estar é imediata”, garante Márcia Marques.

segunda-feira, 14 de março de 2011

"A Imperatriz Adverte: Sambar Faz Bem À Saúde"


Os Doutores da Alegria são homenageados pela comissão de frente da Imperatriz Leopoldinense, que fez enredo sobre a história da Medicina.


Uma viagem pelo tempo leva a Imperatriz a passear pela história da Medicina, conhecendo a sua origem e o seu desenvolvimento. A arte de salvar vidas deve ter sua importância enaltecida e merece essa grande homenagem oferecida pelos leopoldinenses. Deixe o tempo te levar...
Desperta a Velha África. Desperta do solo africano o poder de curar.
Nos primórdios de sua existência, o homem encontrava na caça de animais e na coleta de espécies vegetais, os meios para sua sobrevivência. Nômade por excelência, nutriu-se dos elementos naturais encontrados para exercer o poder da cura. Praticava rituais que buscavam o autoconhecimento e o equilíbrio do ser, através das manifestações da natureza e da compreensão de seus fenômenos.
Os sacerdotes africanos, primeiros praticantes da mágica arte da cura, evocavam a sabedoria da mãe-natureza para aprender o perfeito modo de utilização das plantas, raízes e ervas medicinais.
Batidas de tambor. Danças. Ervas. Curandeiros. Uma viagem espiritual ao encontro das formas de proteção e controle do corpo. A cura estava diretamente ligada à magia e à crença na força dos poderes da natureza e seus elementos.
Com o passar do tempo, diversas outras civilizações pelo mundo passaram a desenvolver seus próprios pensamentos médicos. Dentre elas, pode-se citar os hindus, fundadores da Ayurveda (Ciência da Vida); os semitas em geral, que acreditavam na noção de que a doença era um castigo divino; os mesopotâmios que viam uma relação entre a movimentação dos astros, a mudança das estações e as doenças; os chineses, através de sua medicina tradicional que se baseava na cura por plantas e outros elementos naturais; e, principalmente, os egípcios.
O esplendor da civilização do Egito Antigo trouxe a evolução do conhecimento de diversos procedimentos médicos, o uso de numerosas drogas e a realização de pequenas cirurgias, além da técnica da mumificação, marcando a história da arte de curar.Um traço comum entre essas sociedades citadas é a profunda relação entre a religião e a prática da cura. Seus povos, diferentemente do homem pré-histórico, acreditavam na existência de deuses superiores aos homens, que seriam os verdadeiros responsáveis pela saúde e pela doença. Os deuses, não só eram os detentores do poder de curar e dos conhecimentos médicos, mas também respondiam pelo desequilíbrio do corpo humano e pelo envio das doenças e enfermidades.
A cura mítica ainda era a base da crença do povo da Antiguidade. A magia e a religião se enlaçavam e influciavam a prática médica.
O povo da grande Grécia, inicialmente, sustentava suas crenças em sua mitologia, na qual os poderosos deuses influenciavam a vida e a morte, tendo o poder de curar ou provocar doenças. Os gregos acreditavam que a doença era um severo castigo dos céus, enquanto a cura, uma benção divina. Nos templos de Asclépio, Deus grego da Medicina, se realizavam rituais para curar, englobando banhos e poções para relaxar e adormecer, já que a cura deveria vir com os sonhos, durante o sono do enfermo.
Com o desenvolvimento do valor humanístico na Grécia, a prática da cura tomou um caráter racional, empregado principalmente por Pitágoras, o que possibilitou o surgimento de uma medicina verdadeiramente científica. Hipócrates, o pai da medicina desenvolveu métodos que se baseavam na filosofia, no raciocínio e na lógica, idealizando um modelo ético e humanista da prática médica.
A objetividade e a precisão se tornaram elementos imprescindíveis para o diagnóstico das enfermidades, sendo necessária a separação da Medicina da noção religiosa. Os estudos realizados pelos médicos passaram a substituir a fervorosa crença nos deuses e na cura pela magia pela observação empírica de seus pacientes.
Com o início do período da Idade Média, a ciência médica, assim como a vida humana, passou a ser dominada pela Igreja Católica. Esta, abafou o desenvolvimento científico e filosófico, trazendo tempos de trevas e pouca evolução para a Medicina. O conhecimento era restrito ao ambiente católico, tendo os monges como principais pensadores, que deveriam basear seus estudos na fé e na salvação da alma, ao invés da evolução científica. Para a Igreja Católica, o corpo do homem era intocável à dissecação, pois este representava o corpo de Cristo, considerando o estudo de anatomia algo pagão e inumano.
A desprezível falta de noção higiênica da sociedade medieval possibilitava a proliferação de diversas doenças, que se tornavam verdadeiras epidemias. A peste negra aterrorizou a população europeia e assolou o continente, deixando fortes marcas em seu chão.
Da escuridão, renasce a esperança com o surgimento do movimento humanista, no qual era centrado o Renascimento europeu. Um novo jeito de pensar. Uma nova mentalidade. O homem é o centro do universo. Em total contraponto à era medieval, o período renascentista trouxe diversos avanços e descobertas científicas para a Medicina. As universidades passaram a se distanciar das bases religiosas e dos credos eclesiásticos, focando nos estudos de anatomia e fisiologia, muito pesquisados por Leonardo da Vinci (pai da anatomia), Versalius e Michelangelo.
Brilha. Reluz o século das luzes. Com o advento do Iluminismo, correntes filosóficas surgem na Medicina, enfatizando o uso da razão e da ciência para explicar o universo. Um grande desenvolvimento das especialidades médicas, como a Cardiologia, a Obstetrícia e a Pediatria tiveram um grande destaque, apresentando novos caminhos para a evolução da medicina moderna. A criação do microscópio, do termo célula, da homeopatia, além das diversas descobertas na física, química e outras áreas, foram importantes acontecimentos iluministas, que possibilitaram o progresso da Medicina em geral.
Todas as evoluções demonstradas nos períodos anteriores se tornaram base para o grande desenvolvimento que a Medicina contemporânea apresentou e continua a nos apresentar. Sua evolução é constante e surpreendente. A imunização preventiva, a descoberta do raio X, a descoberta de novos medicamentos, e a cirurgia plástica são frutos deste esforço da Ciência Médica. Apesar dos debates éticos trazidos pela sociedade civil, os estudos de genética e células artificiais trazem esperança para a criação de novos remédios e vacinas preventivas. Além disso, a evolução dos estudos do DNA, traz os segredos da “Chave da Vida”, possibilitando o desenvolvimento de pesquisas relativas à clonagem.
A Medicina e a arte de curar estão sempre em evolução. O estudo e as pesquisas são extremamente necessários, para que a construção de novas técnicas de cura ou novas formas de prevenção a doenças surjam.Povo do Brasil, povo carioca, de bem com a vida, feliz e festeiro, vai buscar no carnaval e no samba a sua felicidade e a cura para os seus problemas. O brasileiro encontra o seu bem-estar ao vestir a sua fantasia e passar pela passarela da imaginação, ao ouvir a batucada da bateria, ao sentir o pulsar do surdo como se fosse o seu próprio coração, ao ouvir a melodia do cavaquinho, ...
O povo quer sambar, quer encontrar uma forma de esquecer os seus problemas. Sai pra lá, dengue! Sai pra lá gripe suína!
O que resta a este povo guerreiro é a felicidade. Rio de Janeiro, palco do maior carnaval do mundo. Venha para cá e encontre no samba a cura para a sua dor. Deixe o prazer do samba e do carnaval dominarem seu corpo. Com o prazer que sentimos, nosso corpo libera uma substância chamada endorfina. Esse hormônio, ao ser liberado, viaja pelo nosso organismo, oferecendo uma sensação de bem-estar, conforto, tranquilidade e felicidade.
Sinta o “hormônio da alegria” correr e alivie a sua dor sambando. O samba também faz bem para o corpo e para a mente.
Além disso, devemos reconhecer os grandes esforços dos médicos brasileiros, que tentaram, de diversas formas, trazer saúde ao nosso povo e conhecimentos para a evolução de novas técnicas médicas. Oswaldo Cruz. Carlos Chagas. Vital Brazil. Ivo Pitanguy. E muitos outros.Parabéns médicos brasileiros! Parabéns médicos de todo mundo!
Não perdendo o espírito carnavalesco, podemos afirmar que, mesmo com toda a evolução que a Medicina tem nos apresentado e com todo o seu desenvolvimento, de acordo com a letra da marchinha dos antigos carnavais, ainda está pra nascer o doutor que cure a eterna dor de cotovelo.

“Penicilina cura até defunto
Petróleo bruto faz nascer cabelo
Mas ainda está pra nascer,
O doutorQue cure a dor de cotovelo”
Marchinha de Klécus Caldas e Armando Cavalcanti

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

150 anos do nascimento de Rudolf Steiner



Em Comemoração aos 150 anos de nascimento de Rudolf Steiner a Sociedade Antroposófica no Brasil tem o prazer de lançar um site em homenagem à sua importante obra e suas contribuições ao desenvolvimento da humanidade neste século. Esta iniciativa em nosso país une-se às inúmeras atividades comemorativas que ocorrerão em toda a Europa e na América durante o ano de 2011.
O legado de Rudolf Steiner será apresentado em diversos eventos culturais; encontros, grupos de trabalho, conferências, congressos, palestras e publicações promovidos pela Sociedade Antroposófica no Brasil em parceria com iniciativas antroposóficas.
Ao longo do ano de 2011 todas as informações, novidades, inscrições, ajuda, poderão ser acessadas através deste website que será um ponto de encontro e convergência relacionados à data comemorativa.
Participe desta incrível viagem e viva a obra deste visionário pensador contemporâneo e sua mensagem de liberdade e amor.
Não deixe de visitar o site http://www.rudolfsteiner150.com.br/ para se manter informado de todos os eventos promovidos pela Sociedade Antroposófica no Brasil.