quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Estresse Infantil, com Profa. Maria Eugênia Obniski



2 comentários:

Edu@rdo Rabboni disse...

Querido, este tema tem frequentado cada vez mais nosso cotidiano. O Guilherme sempre comenta que a vida sempre foi mais estressante do que é agora. Bem comparando-se à época em que vivíamos em glebas, ou burgos pode até ser, mas comparando-se com a vida que se levava há trinta ou quarenta anos atrás...já tenho minhas dúvidas. Era mais seguro, menos opções de gastarmos nosso tempo (portanto investíamos o tempo que tínhamos conversando, jogando qualquer coisa, sentado na calçada (vendo o tempo passar) ou vendo TV (como agora!). E isto era a vida da família e não diferenciávamos o stress infantil do materno ou do paterno...hoje se quisermos complicar, podemos separar os tipos de stress a que uma criança pode se ver submetida em no mínimo uma dezena...está ficando mais complicado mesmo...é melhor começar a ler o Estadão, ou não?!?

Alexandre Rabboni disse...

Como diria Caetano "ou não", fato é que buscamos respostas e soluções fora, de casa, da empresa, do corpo... Pra mim a história é a tal da inversão do Ser/Estar como dizia Dr. Mario Baldani. Onde estamos dizem que somos, por exemplo Dentista e o que verdadeiramente somos dizem que estamos, por exemplo Fome. O que fazem é desintegrar para que não percebamos o Todo, por isso falam em divisão celular e o microscópio é o tal. Ao invés de respostas e definições, precisamos valorizar mais os processos, "ou não".
Grande Beijo
Querido irmão
Muchas Gracias pela visita